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São seis e meia, amor!

Um blog na hora certa...

São seis e meia, amor!

Um blog na hora certa...

Antes dos 35...

Coisas que uma pessoa deve alcançar antes dos 35:

 

- aceitar que não se tem tempo para nada e ainda assim estar meia hora nas redes sociais; 

- ser picuinhas o suficiente para já se ter perdido alguns amigos; 

- ter uma estante cheia de livros e nunca ter nada para ler; 

- conhecer os limites na ingestão de ácool e mesmo assim arrepender-se daquele copinho a mais no dia seguinte;

- dominar a arte de só comprar roupa quando a gestão do mês corre bem; 

- ter um armário cheio tupperwares, mas nunca saber exatamente quais são os seus, quais são os da mãe que  continua a mandar sopa para o jantar;

- frequentar festas de crianças semana sim, semana não;

- aceitar que a sessão do cinema já não é a da meia noite.

Está quase!

Junho é um dos meus meses preferidos (logo a seguir a Agosto que é o number one) porque, entre outras coisas, significa que está quase a começar a FEIRA DO LIVRO DE LISBOA! 

Na verdade esta introdução nem fez grande sentido porque a feira começa a 25 de Maio, mas pronto, depois prolonga-se pelo mês de Junho e blá, blá, blá, o que importa é que vou comprar muitos livros!

 

Vá, também não vão ser propriamente muitos livros, que a pessoa é uma millenial depenada e se forem uns 5 ou 6 já é bem bom. Tudo em Hora H, de preferência.

Para quem não sabe o que é a Hora H, cá vai serviço público: de segunda a quinta, das 21h às 22h, a maior parte das editoras faz 50% de desconto em todos os livros que não estejam dentro da lei do preço fixo. É aproveitar! 

Caso estejam interessados,  a minha wish list deste ano éééééé: 

 

O meu irmão - Afonso Reis Cabral

A minha luta – Karl Ove Knausgard

Sinais de fogo - Jorge de Sena

A vida modo de usar – Georges Perec

A história de uma serva - Margaret Atwood

Nunca me deixes - Kazuo Ishiguro

  

Se comprar estes todos e um churro, está feita a festa.

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Aquela sensação de que te falta qualquer coisa...

Hoje esqueci-me do telemóvel em casa. 

Sei que agora existe cada vez mais o síndrome da vibração fantasma, que acontece quando uma pessoa está sem o telemóvel mas mesmo assim sente-o a vibrar no bolso. 

Eu é raro andar com o cell phone no bolso por isso não padeço desse mal, mas que já olhei várias vezes para o sítio onde ele costuma estar na minha secretária e senti uma confusão cá dentro, aí isso é verdade e não nego.

 

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Festival eurovisão 2018

O festival eurovisão do ano passado foi assim uma alucinação que nos passou pela frente. Acho que ninguém estava muito convencido de que íamos ganhar aquilo, mas acabámos por limpar as votações com uma música bem linda. 

Eu, por acaso, vi toda a emissão num jantar de aniversário - e foi épico -  mas o meu interesse pelo festival era praticamente nulo antes desta vitória.

Este ano, para vermos se acontecia o milagre da dobradinha, decidimos combinar um rendez-vous no qual cada um tinha de levar um snack do país que achava que ia ganhar - mas acabámos por desistir desta ideia bem gira e eu só levei umas pipocas de micro-ondas... 

 

Depois, como sabemos, a coisa não correu bem. Começou logo a descambar quando levei com um copo de vinho tinto em cima da minha camisola branquinha e passei o resto da noite a cheirar a bêbeda esfaqueada. Este foi um pronuncio do desfecho a que todos assistimos - ficámos em último lugar e com isto, lá se foi novamente o meu interesse pelo festival. 

Adeus até por ano, tavez, se não tiver nada melhor para fazer. 

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Pobres vizinhos

Estreou ontem no canal Odisseia a série documental Odiarás o Teu Vizinho, onde um comediante britânico de origens jamaicanas viaja pelo mundo para falar com pessoas que pertencem a grupos que espalham o ódio e o racismo. 

Neste primeiro episódio foram ter com membros do Movimento nacional socialista dos EUA, o maior colectivo neo-nazi do país. Neo-nazis a serem entrevistados por um mulato, a graça e o desconforto disto são impagáveis. 

Podia ficar aqui a tentar explicar-vos o delírio que foi todo o episódio - pessoas a queimar suásticas, a dizer que são a favor de um segundo genocídio, a tirar fotos com crianças a fazer a saudação nazi -  mas não dá, aquilo só visto. 

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O episódio foi bom demais, por ser tudo tão mau demais. Vale a pena ver.

Sprints da vida

Ultimamente, sinto que estou numa corrida contra o tempo, sempre escasso - corre para a reunião, compra a prenda, faz o treino, marca as nails, almoça com os pais, janta com os compadres, grava o video, lava a roupa, compra os sapatos, vai correr, paga as contas...

Espero receber a t-shirt e a medalha a qualquer momento.  

 

Uma melga lisinha

O meu cabelo au naturel é de um ondulado chatinho que aparenta estar sempre despenteado, com umas curvaturas na poupa à anos 20 e cheio de cabelinhos no ar tipo, acabei de meter a língua na tomada.

Vai daí que, há uns anos experimentei a escova progressiva e gostei muito do resultado.  Não é que ache que seja um estilo que me assente lindamente, mas o facto de parecer penteada e composta com o mínimo de esforço, é um sonho para mim. 

 

Mas nem tudo são rosas, senhor. A verdade é que uma pessoa sofre e bem para alcançar o resultado final. Ele é todo um processo que demora cerca de cinco horas e que envolve alguma tortura ao nível do coro cabeludo. 

Mas no final, o cabelo fica bem macio e lisinho - ora vejam o resultado do alisamento feito este sábado: 

 

Antes:                                                                                                                        Depois: 

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 Um grande bem-haja à Deusa  que também sofre um bocado no decorrer deste processo.   

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